spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

Enquanto o Brasileiro Paga o Luxo da Irresponsabilidade, Congresso Cria Privilégios com Dinheiro Público

O Congresso Nacional, mais uma vez, prova seu total descaso com o povo brasileiro. Enquanto a nação se afoga em impostos, crises e descrédito nas instituições, nossos “representantes” seguem legislando em causa própria — ou pior, criando aberrações que zombam da inteligência e da paciência da maioria. A recente aprovação, na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, de um projeto que garante isenção total na conta de luz para abrigos LGBTQIA+ é a gota d’água que transborda o copo da indignação. É este o tipo de “justiça social” que esperávamos?

Não bastasse a incompetência generalizada e os escândalos que pipocam a cada semana, agora somos confrontados com privilégios absurdos travestidos de inclusão. O PL 1182/2023, de autoria do deputado Clodoaldo Magalhães (PV-PE) e relatado pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), começou prevendo um desconto de 30% nas tarifas. A relatora, no entanto, resolveu ampliar o benefício para 100% e estender seu alcance. Enquanto famílias comuns batalham para pagar suas contas, com a energia elétrica pesando cada vez mais no orçamento, um grupo específico é agraciado com mordomias inaceitáveis.

A justificativa apresentada é tão frágil quanto a promessa de um político em ano eleitoral. A deputada Erika Hilton defendeu a medida como “reparação social”, afirmando que as casas de acolhimento são “uma tentativa de ressocialização”. Mas quem vai pagar essa conta? O texto determina que o custeio será de responsabilidade da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um fundo setorial que já consome R$ 49,2 bilhões por ano dos bolsos dos consumidores. É o famoso “cala a boca e paga” do governo: o contribuinte arca com mais um encargo, enquanto a esquerda comemora mais uma “conquista”.

A hipocrisia do discurso oficial é escancarada. A mesma turma que defende a “igualdade” se esquece de que instituições que acolhem mulheres vítimas de violência, orfanatos e asilos seguram a ponta de uma crise humanitária sem qualquer mamata elétrica. Cadê o projeto de lei para zerar a conta de luz das Santas Casas, que vivem de joelhos pedindo respiradores? Não existe. A lógica é perversa e eleitoreira: enquanto o debate público se apequena para discutir “quem merece mais”, o sistema aproveita para passar a boiada que aumenta o próprio poder e o controle sobre a população.

A deputada Clarissa Tércio (PP-PE) foi uma das vozes sensatas ao classificar o projeto como “irresponsável” e “eleitoreiro”. Ela perguntou o óbvio: “Quanto é que isso vai custar por ano? Quanto que vai aumentar a conta de energia que vai ter que ser cobrada e alguém vai ter que pagar?”. A resposta é direta: o custo recairá sobre o restante da população brasileira. Enquanto o governo Lula comemora recordes de arrecadação e aumenta impostos, o cidadão de bem trabalha mais para pagar a farra ideológica de Brasília.

A proposta ainda precisa ser analisada pelas comissões de Minas e Energia, Finanças e Tributação, e Constituição e Justiça. Mas a mensagem já foi enviada: no Brasil de Lula, o dinheiro público é um recurso infinito para financiar pautas identitárias, enquanto o trabalhador que paga a conta é tratado como um mero caixa eletrônico sem fundos. Chega de bancar privilégios enquanto o Brasil afunda. O Congresso, de fato, não presta para nada além de “tocar no cu do povo” com essas decisões desastradas.

Fique conectado

DEIXAR UM COMENTARIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

Últimos Posts

spot_imgspot_imgspot_imgspot_img