Se o Brasil procura um laboratório a céu aberto para entender os efeitos de uma gestão livre do câncer do petismo, a resposta não está em Brasília, mas em seu exato oposto: Santa Catarina. A pesquisa Futura/Apex divulgada em maio de 2026 não é apenas um levantamento de intenções de voto; é um veredicto popular, um tapa na cara do governo Lula e a prova cabal de que existe um Brasil que prospera precisamente por rejeitar o modelo de dependência e ineficiência que a esquerda tenta impor ao país. Os números são uma humilhação: 70,3% dos eleitores catarinenses dizem que não votariam em Lula “em hipótese alguma” — a maior taxa de rejeição do petista em qualquer estado. Não é coincidência. É consequência.
O estado que nunca foi governado pela esquerda
O que explica esse abismo? Santa Catarina tem uma peculiaridade que a torna um caso único e emblemático: o estado nunca foi governado pela esquerda. Essa vacina histórica contra o socialismo permitiu o florescimento de uma cultura política e econômica baseada no trabalho, no empreendedorismo e na desconfiança do Estado agigantado. O resultado está nos indicadores e, agora, nas urnas. Enquanto o governador Jorginho Mello (PL) desfruta de uma aprovação massiva de 78% da população, o candidato do PT ao governo estadual, Décio Lima, amarga a maior rejeição entre os entrevistados, com 50,3%. O eleitor catarinense não apenas aprova a gestão local de direita; ele repudia, com uma veemência assustadora para o Planalto, o projeto federal do PT.
Números que não mentem: a prosperidade da liberdade
O desprezo do catarinense por Lula não é um capricho ideológico; é uma escolha racional, baseada na comparação de resultados. Enquanto o governo federal patina com crescimento pífio, Santa Catarina viu seu PIB crescer 4,2% no primeiro semestre de 2025, superando a média nacional de 2,5%. O estado assumiu a posição de sexta maior economia do Brasil, ultrapassando a Bahia. E, mais impressionante: Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego do país, de apenas 2,7% — um índice tão baixo que os economistas chamam de “pleno emprego”. Enquanto o Brasil de Lula flerta com o atraso, Santa Catarina mostra o futuro.
O contraste que a esquerda não quer ver
De um lado, um estado que avança com liberdade econômica, empreendedorismo e gestão fiscal responsável. De outro, um governo federal que patina, refém de uma agenda de gastos irresponsáveis, aumento de impostos e da criação de uma legião de reféns do assistencialismo. Santa Catarina é o pesadelo da esquerda porque prova, na prática, que a prosperidade não vem da caneta do Estado, mas da liberdade do indivíduo. A pesquisa não mostra apenas a fragilidade de Lula; ela aponta um caminho. Enquanto o Brasil de Lula insiste em políticas que empobrecem, Santa Catarina mostra que é possível crescer sem depender de Brasília.
A pergunta que os números gritam
O que a rejeição recorde a Lula em Santa Catarina revela é que o petismo não é uma fatalidade geográfica ou histórica. É uma escolha. E os catarinenses, felizmente, escolheram o caminho oposto há décadas. O resto do país terá a coragem de ouvir o que os números estão dizendo? Ou continuará repetindo os mesmos erros que mantêm o Brasil refém do atraso? Santa Catarina já deu sua resposta. A pergunta que fica é: e o Brasil?

